quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

VALE DOS VINHEDOS - TURISTAS PEDALANDO NESTE OUTONO

O Vale dos Vinhedos se tornou destino certo para a realização de eventos esportivos com distintos conceitos, justamente por unir a prática do esporte ao lazer tendo como apelo a cultura do vinho. Depois da Rústica Vale dos Vinhedos, que marcará o encerramento da vindima, será a vez do roteiro receber o outono com mais uma edição do Passeio Ciclístico, numa promoção do Hotel Villa Michelon, com apoio da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale). O evento será realizado no dia 24 de março.

Pelo terceiro ano consecutivo, a estação mais charmosa do ano será recebida no Vale dos Vinhedos com um passeio ciclístico. O encontro, que reúne crianças, adolescentes, adultos e idosos de diversas cidades da região e do Brasil, já é tradição no período. A maior atração acaba sendo a paisagem do local que no período forma uma aquarela de tons outonais, um cartão postal único que ganha o charme das vinícolas e a companhia de brindes com vinhos e espumantes da única região com Denominação de Origem do país.

Para completar, paradas nas Vinícolas Torcello e Almaúnica para degustar, além de água, o suco de uva da região. Afinal, a saúde é o principal combustível do passeio. O trajeto inicia às 9h30min em frente à sede da Aprovale com chegada no Hotel Villa Michelon, totalizando um percurso de 5.300 metros.

A inscrição é gratuita e pode ser feita antecipadamente no Hotel Villa Michelon, na Aprovale ou na Jamar Cia do Esporte, ou ainda no local. Na chegada haverá distribuição de brindes e sorteio de uma bicicleta, além de sucos Suvalan e biscoitos Isabela.

SERVIÇO

O quê? Passeio Ciclístico do Outono

Quando? 24 de março, a partir das 9h30min

Onde? Concentração em frente à sede da Aprovale

Inscrições antecipadas:

Hotel Villa Michelon – (54) 3459.1800

Aprovale – (54) 3451.9601

Jamar Cia do Esporte – (54) 3451.2675

As inscrições também podem ser feitas no local.

Promoção: Hotel Villa Michelon

Parceiros: Jamar Cia do Esporte, Sucos Suvalan, Secretaria da Saúde, Polícia Rodoviária Estadual, Isabela e Vinícolas Torcello e Almaúnica

Apoio: Aprovale
 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

VINHOS PORTUGUESES COM BONS DESCONTOS

A loja Vino Mundi, que possui um catálogo de mais de 700 rótulos de vinhos ícones do mercado está com descontos imperdíveis em diversos Vinhos Portugueses, condições estas válidasenquanto durarem os estoques, como os exemplos a seguir:
 
Paulo Laureano Clássico – Alentejo – De R$ 41,60 Por R$35,00
Paulo Laureano Premium – Alentejo – De R$ 58,70 Por R$ 49,00 
EA (Eugênio Almeida) – Alentejo – De R$ 56,10 Por R$ 47,00 
Quinta do Vale da Raposa Grande Escolha – Douro – De R$ 147,90 Por R$ 124,90,
entre outros grandes rótulos Portugueses.

 
A empresa também realiza vendas por telefone e internet, através de sua loja virtual. Os clientes podem fazer seus pedidos e receber em seu endereço, com toda a comodidade e segurança. Um recurso inédito em sites do gênero é a possibilidade de pagamento no momento da entrega (disponível para a cidade de São Paulo).

O site oferece promoções especiais em todos os meses do ano.

Sobre a Vino Mundi:

 
A Vino Mundi, localizada na Vila Olímpia, possui um catálogo de mais de 700 rótulos de vinhos ícones e desde 2009  dispõe de vinhos para todas as ocasiões, selecionados de importadoras renomadas e bodegas-boutique de diversas regiões do mundo.

 
Oferece serviços exclusivos como: Consultoria enogastronômica para eventos, Apoio e indicação para montagem de adega em residência, Espaço para degustações profissionais e cursos, Serviço de carta de vinhos harmonizada para restaurantes e bares. Sem contar que a Vino Mundi ainda apresenta um espaço Degustação, com ambiente agradável, onde o cliente pode relaxar e apreciar qualquer vinho na temperatura ideal, à sua escolha.
 
Para conhecer as outras ofertas basta acessar o site www.vinomundi.com.br

Vino Mundi Com. de Bebidas e Alimentos Ltda

R. Min. Jesuíno Cardoso, 451, Vila Olimpia , São Paulo-SP,

Tel.(11)2338-8466 e (11)3045-0133

E-commerce (loja e catálogo virtual): www.vinomundi.com.br

AÇÃO PROMOCIONAL DIVULGA A D.O. VALE DOS VINHEDOS


A Denominação de Origem D.O. VALE DOS VINHEDOS, recentemente oficializada e integrada no rol das muitas denominações de origem do mundio vinícola, está em campanha de divulgação deste status e das suas características básicas como área produtora e das suas vinícolas principais.
 
 
Nessa empreitada a palavra de ordem é aproximar as vinícolas do Vale dos Vinhedos do mercado consumidor, tarefa que vai exigir uma constante alimentação do canal de comunicação.
 
 
O consumidor é sempre atraído pela boca,. Dizem que nenhum vinho se consolida sem ter "molhado o bico" dos consumidores. É a ação de oferecer na taça, vinhos e espumantes com a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV), oportunidade de esclarecer detalhes e mostrar suas distinções.
 
 
É justamente isso que a Aprovale vai fazer neste primeiro semestre de 2013, através do projeto “Avaliação dos Impactos e de Promoção da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos”, por meio de convênio com o Sebrae, Embrapa Uva e Vinho e Aprovale (Convênio CT 492/1-2010). O projeto, que percorrerá diversos estados brasileiros, é coordenado por Janine Basso Lisboa, da Decide Projetos. A ação de divulgação da IG junto ao mercado consumidor inclui levantamento, seleção e realização de atividades de promoção do roteiro e dos produtos certificados da IG junto a confrarias de vinhos.


Estão sendo agendados jantares harmonizados com vinhos e espumantes com DOVV em cidades como Francisco Beltrão (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Santa Cruz do Sul (RS), entre outras. O público-alvo são confrarias, por reunirem formadores de opinião que apreciam a bebida, compartilham rótulos e disseminam a cultura de bem beber. Cada encontro reunirá de 24 a 30 confrades que terão a oportunidade de degustar quatro rótulos do Vale certificados com a DOVV, sendo um vinho branco, um tinto mais leve, um tinto mais encorpado e um espumante.
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

VALE DOS VINHEDOS - GINCAFEST REÚNE VEÍCULOS VW

A II Gincafest é uma gincana que vai movimentar o Vale dos Vinhedos no dia 09 de março, a partir das 13h. O evento, que reúne amigos e apaixonados por veículos Volkswagen com motorização refrigerada a ar, constitui uma gincana cultural com provas italianas. Serão oito provas, em diversos pontos do Vale, sendo que a largada dos carros será na Pipa Pórtico de Bento Gonçalves. O evento, que tem o apoio da Aprovale, está limitado a 30 duplas.
 
A primeira prova da gincana será realizada em frente à sede da Aprovale. A tarefa será memorizar nome/apelido em italiano de três cartas do baralho espanhol (bisca). Em seguida, os participantes deverão laçar a vaca na Queijaria Valbrenta e coletar grãos de uva com a boca na Vinhos Michele Carraro.
 
Um circuito entre os brinquedos no parque infantil, combinando tempo de execução e equilíbrio com uma taça de vinho, será feito no Hotel Villa Michelon. Já na Vinícola Miolo os participantes poderão fazer um circuito com a utilização do carro.
 
 A sexta prova será jogo de bocha na lancheria ao lado da Capela das Almas. E o jogo de tacos será atração no campo de futebol ao lado da Capela das Almas. A última prova será na Vinícola Cave de Pedra com o arremesso de dardos. A gincana encerra com um filó italiano na Casa do Filó no Hotel Villa Michelon. Cada participante levará como lembrança uma foto à moda antiga.
 
Já no dia 10 de março, na rua Presidente Costa e Silva, em frente ao Ginásio Municipal de Esportes, será a vez de reunir cerca de 300 participantes com seus veículos no XII Fusca Fest. O evento deverá atrair um público estimado em 700 pessoas.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

VINÍCOLA PERINI - RÓTULOS EXCLUSIVOS PARA OS ESTADOS UNIDOS


Uma das principais investidas da Vinícola Perini para 2013 começa a ganhar corpo na Flórida, Estados Unidos, entre esta sexta-feira (22) e o próximo domingo (24). Por meio da Southern Wine & Spirits, maior importadora de bebidas do país, com mais de 200 mil clientes e 90 milhões de encomendas espalhados por 35 dos 50 estados norte-americanos, a vinícola do Vale Trentino apresentará dois rótulos de uma nova linha exportação, em um dos maiores festivais do setor nos EUA. Em breve, provavelmente março, a novidade estará disponível também no Brasil.

A linha em questão é a Macaw, elaborada nos varietais Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot e Moscato e especialmente desenvolvida para tornar-se o cartão de visitas da Perini em solo norte-americano. Chega aos consumidores a partir de US$ 9,90 a garrafa de 750ml, com tampa rosca (screw cap) – verdadeira mania na terra do Tio Sam. E a Southern Wine & Spirits é a empresa que passará a distribuir os produtos da Perini nos EUA, a partir do primeiro semestre de deste ano. O primeiro pedido deve ficar entre 15 e 30 mil unidades.


Segundo o diretor comercial da Perini, Franco Perini, a expectativa da vinícola com a abertura da primeira linha exportação é de alcançar faturamento de R$ 5 milhões anuais em um prazo de três anos. “O investimento na linha Macaw foi de R$ 400 mil. Deste total, R$ 250 mil foram investidos especificamente na compra de uma máquina para colocar a tampa rosca (screw cap) nas garrafas. O restante foi investido em pesquisa de mercado, viagens aos EUA, desenvolvimento de rótulos e material promocional com o importador”, revela Franco.


Macaw é a tradução em inglês da palavra arara, um dos símbolos da riqueza natural do Brasil, estampado nos rótulos dos quatro varietais. Dentre eles, Moscato e Merlot serão os exemplares levados à degustação de consumidores e representantes do ramo de bebida na Flórida, em dois eventos consecutivos, dentro do South Beach Wine & Food Festival.


Os vinhos brasileiros estarão participando pela primeira vez em 2013. Em 2012, o festival recebeu mais de 60 mil convidados. Os vinhos da Perini serão degustados durante o Whole Food Grand Tasting, de 22 a 24 de fevereiro, em South Beach, e no dia 24, serão servidos durante o chamado Trucks – em que uma rua de Miami é fechada e ocupada por caminhões que servem comida (os food trucks), com toda estrutura. Para este evento, a previsão de comparecimento é superior a 2,5 mil pessoas.


Entre os dois rótulos Macaw que participarão do festival, o Moscato concentra grande expectativa, pois tornou-se o varietal da moda nos Estados Unidos. “O Brasil está diante de uma grande oportunidade em nível mundial, pois é uma uva que se adaptou muito bem no país. Principalmente na região do Vale Trentino, em Farroupilha, que possui características de terroir muito favoráveis ao Moscato”, comenta o diretor de marketing da vinícola, Pablo Perini.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

COOPERATIVA VINÍCOLA GARIBALDI QUER CRESCER MAIS

 
A Cooperativa Vinícola Garibaldi é a mais antiga cooperativa vinícola em operação no país e vem escrevendo histórias de sucesso desde a sua constituição em 22 de janeiro de 1931. Foi palco de grandes eventos, especialmente comandados pelo destacado líder da vitivinicultura nacional da época, Humberto Lotti. Iniciando com a produção 700.000 litros anuais, cresceu sem parar até os dias atuais.


Vista aérea do complexo industrial
 
Para o corrente ano de 2013, a Garibaldi projeta um faturamento anual de R$ 70 milhões  – 22% a mais do que os R$ 57,3 milhões alcançados em 2012. Atualmente, a empresa destina a maior parte de seus produtos a três estados: Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná. Também estão presentes na lista dos maiores consumidores dos rótulos da Garibaldi os estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia.


Vista externa do Varejo da Garibaldi.

O balanço do ano passado aponta os novos rumos do mercado de espumantes e de suco de uva. A cooperativa vendeu 12,4% mais espumantes do que em 2011. Os dados são ainda mais impressionantes quando avaliados o resultados da comercialização de suco de uva: 75,2% superiores às vendas de 2011, perante um crescimento de 20,4% do mercado nacional da bebida. “A importância do desenvolvimento de novas linhas de produtos, de investimentos em tecnologia, capacitação dos colaboradores, qualificação das práticas de cultivo, e das ações de valorização de nossa marca foram evidenciados no balanço de 2012.

O presidente da cooperativa Oscar Ló salienta que, neste ano, a promoção da sustentabilidade e a venda de toda a linha de produtos da cooperativa são metas prioritárias. “Queremos ampliar nosso market share e aumentar nossa oferta de produtos aos clientes, pois temos um rol bem diversificado”, diz ele.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

IMPORTADORA VINCI APRESENTA NOVOS VINHOS NEOZELANDESES

A importadora paulistana Vinci reuniu jornalistas e formadores de opinião em sua loja da Pamplona, 917, no último dia 19/02, para apresentar em degustação a linha de vinhos neozelandeses Oyster Bay. Foram quatro rótulos que compõem o set de vinhos tranquilos daquele produtor.
 
A Oyster Bay trabalha o que chama de vinhos do frio, com enormes vinhedos (6.500 hectares) localizados próximos a áreas de preservação ambiental, reforçando a sua preocupação de não causar nenhuma agressão ao ambiente, quer flora ou fauna. Essa grande área se assenta nas mais famosas regiões vinícolas da Nova Zelândia, ou seja, Marlborough e Haukes Bay.
 
O conceito de liderança seguido pela Oyster Bay considera que a melhor forma de se assumir esta posição é simplesmente não seguir ninguém, traçando os próprios passos baseando-se em quatro pontos-chave: marca forte, qualidade da uva, suporte de vinhedos próprios e uma boa distribuição mundial.
 
Seus quatro produtos vem engarrafados com fechamento do tipo screw-cap, detalhe nem sempre aprovado pelos consumidores mais preconceituosos. No entanto, bons vinhos já prontos para beber, fechados com screw-cap, tem a garantia de vedação total e não sofrerão influências externas que venham a acelerar a sua deterioração.
 
VINHOS
 
 
Oyster Bay Sauvignon Blanc 2011 - 13% - sem passagem pela madeira - fruta com leve maracujá, toques herbáceos agradáveis lembrando a flor begônia, acidez muito interessante, corpo com cremosidade. Na minha opinião foi o melhor vinho da amostra. Ressalvas ao preço: US$ 49,90.

 
Oyster Bay Chardonnay 2010 - 13.5% - passagem por madeira de 50% do volume durante 6 meses, barricas francesas de carvalho novo ou de um ano - leve amanteigado com toques sutis de abacaxi - madeira na boca - sem cremosidade e com baixa acidez. US$ 49,00.
 
Oyster Bay Pinot Noir 2010 - 13,5% - passagem pela madeira por 6 meses em barricas de carvalho francês, 40% novo - cor granada típica - toques florais de violeta, leves tons de fruta madura, tabaco e do tostado da madeira - bom ataque de boca com cremosidade e acidez agradável . Tipicidade do varietal - muito agradável - foi o melhor dos tintos para mim. US$ 59,90.
 
Oyster Bay Merlot 2010 - 13.5% - traços muito comportados de ameixa preta sobre tons mais evidentes da madeira - baixa untuosidade e boca curta - pouco expressivo da variedade, embora um bom vinho. US$ 49,00. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

COOPERATIVA VINÍCOLA AURORA COMPLETA 82 ANOS

A Cooperativa Vinícola Aurora é um dos atores principais da história do vinho brasileiro tendo participado da expansão da alternativa cooperativismo que se apresentava como uma solução para a grande crise iniciada em 1929. Dentre as cooperativas históricas, a Aurora e a Garibaldi se sustentaram e chegaram até os dias atuais como empresas fortes e destacadas do setor.
 
Esse aniversário de 82 anos da Cooperativa Aurora, 14 de fevereiro de 1931, foi bem comemorado pois coincide com a empresa passando por um de seus melhores momentos: mantém-se líder no mercado brasileiro em vinhos, coolers e em sucos de uva integral (no qual cresceu 21% em 2012). Em espumantes cresceu 10% no ano passado. Além disso conseguiu importantes conquistas no mercado externo: já exporta para mais de 20 países, passou a exportar para o Reino Unido, prepara seu primeiro embarque para a Alemanha e se consolida como a maior exportadora de espumantes do Brasil para os Estados Unidos. 
 
Nos últimos 8 meses, a Vinícola lançou dois vinhos com Indicação e Procedência - Aurora Chardonnay Pinto Bandeira e Aurora Pinot Noir Pinto Bandeira -, elaborados com as uvas da Aurora Pinto Bandeira, projeto que vem transformando o consagrado Centro Tecnológico da Cooperativa instalado há décadas no distrito de Pinto Bandeira em uma área de cultivo de uvas que expressam aquele terroir.
 
Somam-se a isso as várias conquistas no mercado interno. Com a força de vendas dos colaboradores de todo o Brasil, a Aurora recebeu o Troféu Gente Nossa 2012, pela AMIS – Associação Mineira de Supermercados; foi eleita a Melhor Fornecedor de Bebidas pela AGAD – Associação Gaúcha de Atacadistas e Distribuidores; recebeu o Carrinho AGAS 2012 - de Melhor Fornecedor de Vinhos e Espumantes pela AGAS – Associação Gaúcha de Supermercado e o Prêmio Cooperativa do Ano 2012, na Categoria Desenvolvimento Sustentável pelo Sistema OCERGS – SESCOOP/RS. Também em 2012 a Aurora recebeu o Prêmio Lançamento do Ano – Bebidas Alcoólicas – com os Vinhos Frisantes Saint Germain , pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercado; além de várias medalhas que seus vinhos brancos, tintos e espumantes continuam conquistando em diferentes concursos internacionais que acontecem nos diversos países.
 
Dos vinhedos dos 1.100 produtores associados brotam uvas de qualidade cada vez maior. A safra que a Aurora está colhendo nesse verão de 2013 é de ótima qualidade, o que se reflete no excelente resultado final de todos os produtos. Com o esforço e comprometimento de toda a sua comunidade - associados ecolaboradores, a Aurora é uma empresa sustentável.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

VINÍCOLA CAMPOS DE CIMA - OPERAÇÕES COMEÇAM EM ITAQUI (RS)

As novas instalações da Vinícola Campos de Cima, em Itaqui (RS), começaram a operar na semana passada. No momento, as obras da nova estrutura para vinificação de vinhos da Campanha Gaúcha já estão quase concluídas. Para encerrar o processo de instalação da empresa no local falta apenas a implantação de seu novo escritório, a decoração do espaço interno e o ajardinamento do entorno da construção. O prédio moderno e preparado para a elaboração de mais de 80 mil litros de vinhos ao ano está situado na BR-472, no trevo de acesso a Itaqui, no 1º Distrito. “Queremos incentivar o enoturismo na região, já que somos a única vinícola com potencial de atrair turistas na fronteira com a Argentina”, afirma a proprietária Hortência Brandão Ravache Ayub. O valor do investimento atingiu a cifra de R$ 1 milhão.

Toda a nova estrutura da vinícola foi minuciosamente desenvolvida para processar as uvas cultivadas nos 15 hectares de vinhedos da empresa, localizados em Maçambará, a cerca de 100 Km de Itaqui, na fronteira com a Argentina. Na quarta-feira, dia 13/02, a nova vinícola recebeu suas primeiras uvas Malbec para vinificação. Ainda serão processadas na cantina de Itaqui as uvas Merlot, Tannat, Shiraz e Cabernet Sauvignon, que serão colhidas ainda em fevereiro. Os espumantes desta safra seguirão sendo elaborados em parceria com a Vinícola Geisse, em Pinto Bandeira (RS), e as uvas Ruby Cabernet e Viognier serão vinificadas na Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves (RS).

“Estamos diante de uma das vinícolas mais modernas do Sul do Brasil e do maior empreendimento concretizado pela Campos de Cima”, comemora o diretor comercial da empresa, Pedro Candelária. “O novo prédio para a vinificação de nossa produção é um projeto ousado e necessário para a expansão de um negócio promissor. Atualmente, somos responsáveis pela elaboração de vinhos ímpares no país. Bebidas que expressam o alto nível de qualidade do mais novo terroir do Sul do Brasil”, observa Candelária.
 
Do sonho à realidade

A construção da nova vinícola obteve o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A instituição concedeu um financiamento de R$ 595 mil para a execução da nova planta. O resultado, que poderá ser conferido em breve, é a contemplação de um sonho que se torna realidade: uma área construída de 1.161 metros quadrados, que contará com adega, área de recepção das uvas, área industrial, área de recepção de visitantes, uma loja para venda direta ao público e um escritório da empresa. “Será um espaço equipado para multiplicar nossa capacidade de produção e permitir a manutenção do alto nível de qualidade de nossos vinhos”, explica o executivo.

O projeto da nova vinícola foi idealizado e monitorado pela arquiteta Manuela Brandão Ayub Candelária, que é uma das proprietárias da Campos de Cima. Ela possui curso de Pós Graduação na Universidade Autónoma de Barcelona e de Master na Universidad de Barcelona, instituições com alto prestígio internacional.Para criar a estrutura da nova vinícola, Manuela se dedicou a captar os elementos mais relevantes da cultura gaúcha e da Região da Campanha e dar-lhes, ao mesmo tempo, um tratamento moderno e arrojado no novo prédio. “O uso de acabamentos locais e a implantação de um processo produtivo prático foram a tônica dessa obra”, descreve.

Saiba mais

 
Diante do grande progresso alcançado pela empresa, seu diretor comercial recorda que os vinhedos da Campos de Cima foram implantados de 2002 a 2004, tendo a primeira safra em 2006. “Dessa safra foi originando um lote de 5 mil garrafas do Campos de Cima Tannat, que chegou ao mercado em 2009. Um grande vinho”, destaca Pedro Candelária. Além dessa uva, a empresa também elabora, hoje, vinhos a partir das variedades Ruby Cabernet, Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo.

Para completar, a Campos de Cima está promovendo um relacionamento direto com os clientes, quer sejam pessoa física ou jurídica, através de uma loja virtual no site dela, com entregas para todo o Brasil, (www.camposdecima.com.br) e também uma página no Facebook que será usada para divulgação e promoções específicas: www.facebook.com/camposdecima.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

IP - INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA ALTOS MONTES É OFICIALIZADA

Foi autorizada a Indicação de Procedência (IP) para a região vitivinícola dos Altos Montes e, agora, os vinhos finos e espumantes das vinícolas da Associação dos Produtores de Vinhos Finos dos Altos Montes (Apromontes) produzidos na área delimitada dos municípios de Flores da Cunha e Nova Pádua (RS) , que responderem positivamente ao criterioso processo de seleção, poderão ostentar o selo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A instituição representativa dos produtores, com apoio de órgão de pesquisa e empresas especializadas, pleiteava a Indicação desde 2005. “A Apromontes foi criada em 2002 e desde então ocorreu um grande processo de transformação em nossas vinícolas e produtos. Foram realizados muitos investimentos em vinhedos, vinícolas e em enoturismo. Atualmente somos 11 vinícolas preparadas para receber bem e produzir ótimos vinhos. Esse será um marco em nossa histórica”, destaca o presidente da Apromontes, Deunir Argenta.
 
 A produção dos vinhos da IP Altos Montes segue uma rígida normativa de controle, operacionalizada pelo Conselho Regulador da Apromontes, presidido por Daniel Salvador. Atualmente, 14 vinhos da safra 2012 já estão aprovados para receberem selos. Esses vinhos já passaram por análise de degustação dos membros do Conselho, pesquisadores da Embrapa e da Associação Brasileira de Enologia (ABE). “Em abril ou maio haverá degustação, análise e certificação dos produtos de 2013. Nessa safra o número de vinhos certificados deve dobrar devido ao melhor preparo das vinícolas para o envio de amostras”, destaca Salvador.

Os controles incluem os vinhedos (variedades autorizadas; produtividade controlada nos vinhedos e autorização de colheita com uvas maduras para valorizar a qualidade dos vinhos; origem da uva da região delimitada), a elaboração dos vinhos de acordo com padrões diferenciais constatados através análises químicas e sensoriais de todos os vinhos que irão para o mercado.


A IP DOS ALTOS MONTES

Localizada na região vitivinícola da Serra Gaúcha, no nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, a IP Altos Montes possui uma área delimitada contínua de 173,84 km2, ocupando parte do município de Flores da Cunha e parte do município de Nova Pádua, na margem esquerda do Rio das Antas.

Dados do Cadastro Vitícola mostram que os municípios de Flores da Cunha e de Nova Pádua possuem um total de 1.967 propriedades vitícolas, cuja área média é de 12,7 ha, sendo utilizada basicamente mão-de-obra familiar. Cada propriedade cultiva, em média, 3,13 ha de vinhedos. Embora a viticultura de vinhos tintos ocorra na região desde os anos 1930, em particular pela ação da então Vinícola Rio-Grandense, a viticultura para vinhos finos e espumantes da Apromontes foi retomada sobretudo pelas vinícolas associadas, através da implantação de vinhedos de alta qualidade.


INTEGRANTES DA REGIÃO IP DOS ALTOS MONTES

Fante Indústria de Bebidas, Viapiana Vinhos e Vinhedos, Luiz Argenta, Terrasul Vinhos Finos, Cooperativa Vinícola Nova Aliança, Vinhos Mioranza, Panizzon Espumantes e Vinhos Finos, Vinícola Salvador, Val de Miz Vinhos Finos, Casa Venturini, Vinícola Fabian.

O roteiro enoturístico dos Altos Montes possui algumas das mais modernas e belas vinícolas do Brasil. Berço da produção de vinhos finos no país, a região ainda tem entre seus atrativos paisagens deslumbrantes para o Rio das Antas e gastronomia típica que tem como seu principal destaque o Menarosto, prato típico de Flores da Cunha.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

FAMTUR 2013 (4) - DON LAURINDO, A JÓIA DO ADEMIR BRANDELLI

Em 1887, Marcelino Brandelli deixa a cidadezinha italiana de Zévio, na província de Verona, e aporta em Bento Gonçalves em busca de vida nova. No início a sobrevivência foi à base da agricultura rudimentar da época, porém, logo acordou para dar início ao plantio de vinhedos.

Cezar, filho de Marcelino, herdou  30 hectares de terra na localidade de Oito da Graciema, em 1946, e consolidou a atividade familiar na produção de uva e de vinho. Um de seus filhos, Laurindo, deu continuidade às atividades de vitivinicultura, nos mesmos moldes trabalhados até então.



Por volta de 1991, Laurindo, seus filhos Ademir e Affonso resolveram mudar o panorama das atividades e passaram a elaborar vinhos mais finos sob a marca Don Laurindo, nome oficial da vinícola.

O enólogo Ademir Brandelli vem comandando a Don Laurindo, com a exploração de 15 hectares, produzindo as castas Chardonnay, Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat, Ancellota e Malbec, para vinificar produtos em quantidades limitadas e de alta qualidade.
“A qualidade do vinho começa no vinhedo”, diz Ademir Brandelli, “com o bom terroir e as mãos do homem.”

 
Ademir tinha trabalhado e aprendido muito como enólogo na vinícola dos parentes Dal Pizzol, entre 1980 e 1994.
A política comercial da Don Laurindo compreende a venda em grande parte diretamente para o consumidor em sua adega ou sob encomenda.

Vinhos degustados: brancos Malvazia de Cândia e Chardonnay, tintos Merlot, Ancellota, Malbec e Tannat, espumante Don Laurindo Brut.
 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CACHAÇA WEBER BRILHA NO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO


Carnaval, samba e cachaça da melhor qualidade: no encontro de três das mais genuínas criações do Brasil, coube à destilaria Weber Haus, de Ivoti (RS), entrar com a bebida na Marquês de Sapucaí. Quatro rótulos da empresa foram servidos no camarote da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) instalado no sambódromo do Rio de Janeiro, nos dias 10 e 11, domingo e segunda-feira de Carnaval, respectivamente. Antes, no sábado, dia 9, a empresa de Ivoti também ofereceu os drinques de boas-vindas aos convidados estrangeiros da agência em recepção no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana.

A Weber Haus participou da iniciativa com um total de 80 garrafas (68 no sambódromo e outras 12 no hotel), entre cachaça envelhecida Premium (3 anos em carvalho francês), Extra Premium (5 anos em carvalho francês e 1 em bálsamo), cachaça Prata (ideal para caipirinha) e licor de cachaça. Os rótulos de cachaça envelhecida, nas versões de 3 e 6 anos, e de cachaça prata foram premiados na 21ª ExpoCachaça Dose Dupla em 2012, em São Paulo – feira que é referência internacional no setor.


Por meio do projeto Organics Brasil, a Weber Haus foi a única cachaçaria de produção orgânica do Brasil a integrar as ações da Apex no Carnaval do Rio. Os convidados estrangeiros puderam degustar a bebida como dose, caipirinha ou caipirinha com mel. “A receptividade dos convidados foi extremamente positiva. Todos elogiaram a qualidade das nossas cachaças”, comenta o diretor Evandro Weber, que acompanhou tudo de perto.

Compradores, investidores e formadores de opinião de mais de 30 países estiveram no camarote, de onde assistiram aos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial e ao Desfile das Campeãs. Em 2012, o Projeto Carnaval da Apex resultou em US$ 951 milhões em negócios para as empresas de 34 setores da economia brasileira que participaram do evento.

Já o Organics Brazil encerrou o ano US$ 129,5 milhões em negócios, para os próximos 12 meses, e a participação nas principais feiras internacionais: a Biofach Alemanha (Nuremberg), Expo West (Ananheim-EUA), Natural & Organics Products Europe (Londres), SIAL Canadá (Toronto), NOPE Asia (Hong Kong) e Biofach America (Baltimore-EUA). O projeto é resultado de uma ação conjunta da iniciativa privada com o Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD) e da Apex-Brasil, compondo uma sólida base institucional criada para fortalecer o setor brasileiro de orgânicos e viabilizar sua expansão no mercado internacional.

Sobre a Weber Haus
A cachaçaria Weber Haus possui canaviais próprios orgânicos em Ivoti, interior do Rio Grande do Sul, na chamada Rota Romântica. A empresa está sediada no mesmo lote de terras onde a família de imigrantes alemães alojou-se há quatro gerações, e opera com destilaria desde 1848.
Os principais mercados externos dos produtos Weber Haus são Estados Unidos, China, Alemanha, Itália e Canadá. Em solo brasileiro, destacam-se São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Paraná. Desde 2005, quando ganhou o primeiro título internacional, a Weber Haus acumula mais de 30 prêmios em oito diferentes rótulos de seu catálogo

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

FAMTUR 2013 (3) - PIZZATO - A PEQUENA GIGANTE

Antes de imigrar para o Brasil, a família Pizzato já cultivava vinhas e elaborava vinho próprio em pequenas quantidades. Aqui chegando na década de 1880, após se estabelecer e cuidar do básico para a subsistência, passou a trabalhar na produção de uvas e na elaboração de vinhos.
 
Os vinhos eram produzidos a partir da casta Bonarda, trazida da Itália pelos imigrantes. Durante algum tempo, parte dos vinhos era  vendida para o hospital  do médico Dr. Valter Galassi que os considerava como auxiliar no tratamento da febre tifóide. A maior quantidade era vendida para a Cia Vinícola Brasileira.
Em 1998, Plínio Pizzato e Família lançaram-se a produzir vinhos finos para a comercialização direta com rsus próprios rótulos. Naquele ano a Vinícola Pizzato foi constituída juridicamente e materialmente a partir de investimentos familiares.
Estabelecido o negócio e, a partir da produção de uvas de parreirais próprios, inicia-se a vinificação no ano de 1999 com a elaboração do Pizzato Merlot em quantidade final de 15.500 garrafas de 750 ml. Tal produto foi lançado em Setembro de 2000 com muito boa recepção por parte do mercado, inclusive eu escrevi na Vinho Magazine que se tratava do melhor Merlot brasileiro do ano.

Dentro da programação da FAMTUR 2013, o segundo evento foi na Pizzato Vinhas e Vinhos, marcado para as 9h30min do dia 31 de janeiro. O grupo foi recepcionado pela família, Plinio e os filhos Flávio e Flávia.
 
Esta vinícola foi a segunda visitação do grupo de visitantes que deu um giro pelo vinhedo da casta Egiodala, introduzida no Brasil pela Pizzato em 1988. A colheita da presente safra estava prevista para começar no dia seguinte.
A Pizzato Vinhas e Vinhos explora vinhedos próprios em 26 hectares no Vale dos Vinhedos e em 16 hectares em outra região, em Doutor Fausto, de onde extrái uva para produzir vinhos e espumantes, que foram degustados como segue.
- Chardonnay Legno 2012, 8 meses em de carvalho francês que deixa sua marca sutil sobre os traços claros de pêssego, pêra e chocolate. Preço: R$ 78,00. 
Egiodola 2003, em primeira edição, com leve estágio em madeira francesa, exibindo toques a especiarias sobre tons de frutas secas, couro e fumo, com leve traço de iodo. A baixa acidez talvez reflita os 10 anos de idade. Preço: R$ 48,00.

- Tannat 2008, 10 meses em barrica francesa de terceiro uso. Vinho com traços tânicos acentuados, bom detalhe para consumo gastronômico acompanhando carnes assadas. Preço:Preço: R$ 48,00.

Fausto Verve Gran Reserva 2012, 12 meses em carvalho francês supertostado, uvas do vinhedo de Doutor Faustotro, em Dois Lajeados. Corte de Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon, elaboradas 4.250 garrafas numeradas. Vinho jovial  que traz toques de cravo e canela, sobre tons de especiarias doces. Preço: R$ 60,00. 
- DNA 99, safra 2008, um dos melhores vinhos de Merlot da Pizzato, produtividade da videira de 3,5 ton/ha, passagem por barris noisete e francês, toque de ameixa preta sobre tons de especiarias. Preço: R$ 110,00 

- Merlot 2008, varietal 100%, 11 meses em carvalho francês novo de tostagem média, preparado para amadurecer na guarda. Ataque incisivo na boca. Preço: R$ 100,00.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

CAMPANHA PARA AMPLIAR O CONSUMO DE VINHO NO BRASIL

O consumo per capita de vinho no Brasil é simplesmente ridículo, para não dizer  anedótico! Com um número igual a 1,9 litros/pessoa/ano, o país é um dos lanternas entre os consumidores de vinho de alguma importância.
 
Este ano de 2013 foi eleito o Ano do Vinho Brasileiro, isto porque foi selado importante acordo de cooperação entre o setor vitivinícola, os supermercadistas e as importadoras para estimular o mercado de vinhos finos e o consumo de produtos nacionais  que já está sendo colocado em prática e tem tudo para ampliar o consumo de vinho no Brasil ainda este ano.

Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho, integrado por representantes da ABRAS, A.B.B.A, ABRABE, UVIBRA E IBRAVIN, apresentou nesta terça-feira, dia 22 de dezembro, as ações iniciais para consolidação do acordo de cooperação firmado no ano passado, cuja meta principal é a de aumentar o consumo de vinhos no Brasil de 1,9 litro para 2,5 litros per capita até o final de 2016.
 
O foco do grupo contempla o crescimento da categoria vinhos como um todo, ganhando a preferência do consumidor brasileiro. Assim, todos os elos da cadeia do vinho, em conjunto, têm ainda como meta ampliar a venda de vinhos finos brasileiros de 19 para 40 milhões de litros em quatro anos.

 
Campanha: “No Verão, vá de Vinho Branco”
 
Para começar essa empreitada o Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho decidiu lançar uma campanha promocional dos vinhos brancos no varejo, visando aumentar o consumo desses itens em 20% especialmente neste início de ano (Verão 2013 janeiro a março). 
 
Como no Brasil, o consumo de vinho costuma estar relacionado ao frio ou a datas comemorativas, a proposta da campanha é associar o verão, o sol, ao vinho branco, daí todos os materiais terem um grande sol amarelo-alaranjado estilizado em fundo de garrafa (de vinho, claro!).
 
Como o vinho branco é uma bebida leve, refrescante e aromática que combina perfeitamente com praia, happy hour e frutos do mar, a proposta é mostrar, por meio da campanha promocional em supermercados, que essa é uma excelente opção de compra de bebidas para o verão. Os materiais da campanha (cartazes de preço, sinalizador de ilha, tag de garrafa, régua de gôndola e stopper) estarão distribuídos nos pontos de venda, mas as empresas participantes podem complementar a campanha com promoções próprias.
 
Inicialmente, já aderiram à campanha mais de 20 lojas de supermercados em Porto Alegre e 30 em São Paulo, e as adesões estão em andamento. No Rio Grande do Sul já estão confirmadas as participações das redes Pão de Açúcar, Carrefour, Zaffari, Rissul e Walmart (Big e Nacional). Em São Paulo, Pão de Açúcar, Carrefour, Extra e Walmart também aderiram à promoção.
 
Projeto Setorial: Conhecendo os Vinhos do Brasil
 
Para vender mais vinho é preciso aproximar ainda mais produtores (principalmente os pequenos e médios) e os varejistas. Essa é a proposta do projeto Conhecendo os Vinhos do Brasil, cuja primeira edição acontece de 31 de janeiro a 3 de fevereiro deste ano na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

Trata-se de uma missão comercial, com rodadas de negócio, para integrar compradores de supermercados, convidados pela ABRAS, ABRABE E A.B.B.A, e produtores convidados pelas entidades vitivinícolas brasileiras, UVIBRA e IBRAVIN. Já está confirmada a participação de 50 vinícolas e cerca de 50 compradores de diversas redes e importadoras do País.
 
 Outras ações
 
O Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho continuará trabalhando para implementar outras ações ao longo do ano. Entre as atividades já programadas está em andamento a discussão para criação do Fundo de Promoção e Ordenamento do Mercado Vitivinicola no Brasil, no âmbito da Câmara Setorial da Viticultura, Vinhos e Derivados, órgão consultivo junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em Brasília e que congrega todas as entidades participantes do Acordo firmado em 19 de outubro. A previsão inicial é que este trabalho seja concluído durante este ano, quando seria proposta formalmente a criação do fundo, através de legislação específica.
 
 ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados
A.B.B.A – Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Bebidas
ABRABE – Associação Brasileira de Bebidas
UVIBRA – União Brasileira de Vitivinicultura
IBRAVIN – Instituto Brasileiro do Vinho 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

FAMTUR 2013 (2) - COLHEITA AO LUAR NA VINÍCOLA LOVARA

Oriundos da cidade italiana de Lovara, província de Vicenza, Giuseppe Benedetti aportou na Colônia Dona Isabel (Bento Gonçalves) em 1877. Recentemente seus descendentes se juntaram aos descendentes da família Tecchio e fundaram a Lovara Vinhas e Vinhos, em 1967. Aliando experiências históricas locais e o expertize das duas famílias na elaboração de vinhos finos, estabeleceram a fórmula de atuação baseada em bons vinhedos próprios e processos atualizados de vinificação, sob a supervisão da enóloga Roberta Benedetti. 
A programação da colheita ao luar é um projeto enoturístico criado pelo proprietário dos hotéis Dall'Onder de Bento Gonçalves, Tarcisio Michelon, participante,  incentivador e apoiador das iniciativas de enoturismo na região. Aliás, desde sua inauguração o hotel vem apoiando todos os eventos da vitivinicultura de Bento Gonçalves.
O evento foi realizado no dia 30 de janeiro, a partir das 20 horas, quando ocorreu a recepção a cargo da enóloga Roberta que traçou o perfil da vinícola, seus vinhedos e linhas de vinhos.
Foi servido um Brut das casta Grenache acompanhando de mesa  de frio, pães e vinhos.
Roberta conduziu degustação procurando dar a cada vinhuma harmonização com finger foods.
Chardonnay 2011 - 13% de álcool - sem madeira, cor verdeal, traços cítricos sobre toques de pêra. Harmonização: tomate cereja recheado com queijo.
Cabernet Sauvignon 2011 - 13% de álcool - sem madeira, cor forte, frutas maduras sobre tons de chocolate branco. Harmonização: Queijo contendo iscas de tomate.
Corte Gran Reserva 2008 - 13,5% de álcool - corte com 65% de Merlot, 25% de Cabernet Sauvignon e 10% de Tannat, passagem 50% por carvalho francês e americano, untuoso, aromas e sabores com baunilha e especiarias. Harmonização: Quiche.
Enquanto acontecia um fundo de música suave solada em saxofone, foi degustado Espumante Moscatel, servido em taça contendo um picolé (sorvete) de frutas. Interessante alternativa. Queijos, copa, salame e frutas ao chocolate quente deram ritmo à visita e colheita ao luar, até altas horas.  

domingo, 10 de fevereiro de 2013

VINHO IDEAL - AUSTRALIANO COMPÕE UMA FORMULA

O vinho sempre foi considerado uma bebida saudável e benéfica à saúde desde que consumido com moderação, como resultado das suas propriedades alimenticias e das suas comprovadas contribuições para a nossa saúde. O vinho poderá ser consumido com a devida cautela quando se quer um reforço anti-inflamatório ou se deseja combater doenças como artrite ou fadiga crônica

O australiano Greg Jardin, bioquímico da cidade de Brisbane, Estado de Queensland, após muitos experimentos, afirma ter descoberto a fórmula de um vinho tinto que concentra o maior número de benefícios para a saúde sem alterar a qualidade nem o sabor.
 
"Estivemos buscando este antioxidante, presente em ínfimas quantidades no vinho, e elevamos a um nível tal para que tivesse efeito sobre a saúde", explicou nesta terça-feira, dia 22 de janeiro à AFP.
 
A simples introdução dos antioxidantes no vinho faz com que ele se torne difícil de ser bebido devido ao travo na boca resultante do alto conteúdo de taninos. Mas, modificando estes componentes para que sejam lipossolúveis e mais facilmente assimilados pelo corpo, o cientista assegura conseguir transformá-lo em aditivo que faz dio vinho especial uma bebida palatável e potável.
 
Graças a isso, a bebida poderá ser consumida com moderação, atuando como anti-inflamatório e no combate a doenças como artrite ou fadiga crônica, graças às propriedades antioxidantes desse vinho tinto especial. Na elaboração deste, são observados os passos normais do processo de vinificação, porém, com acentuação de algumas etapas.
 
"Esta tecnologia do polifenol modificado poderia também ser utilizada na elaboração de outras bebidas ou alimentos", segundo Greg Jardine.
 
A farmacologista Lindsay Brown da Universidade de South Queensland, experimentou o processo e aplicou os resultados em ratos doentes percebendo que efetivamente pareceu melhorar a saúde de ratos paralisados pela artrite.
 
"Impede completamente a inflamação, o inchaço e a rigidez das patas", declarou.
 
Mas, como não poderia deixar de ser uma reação normal da pesquisadora, a farmacologista chama a atenção para os riscos de se classificar simplesmente o vinho tinto especial como um medicamento.
 
"O vinho é uma bebida consumida por boa parte da população. O problema é as pessoas acreditarem que vão poder beber uma garrafa por dia".
 
Vários estudos epidemiológicos demonstraram que beber vinho tinto com moderação reduz o risco de doenças cardiovasculares e é bom para as articulações.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

FAMTUR 2013 (1) - JORNALISTAS DE TODO O BRASIL INVADEM A SERRA GAÚCHA

                   
Na semana compreendida entre os dias 30 de janeiro e 6 de fevereiro, o Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves e os Altos Montes em Flores da Cunha, dois polos importantes da vitivinicultura gaúcha,  foram alvo de visita de um grupo de jornalistas, vindos de todo o país, para conferir a qualidade das uvas da safra 2013 e os vinhos de safras anteriores.

O grupo de jornalistas bem representava a opinião brasileira, pela diversidade de origens:

1.       Silvia Mascella Rosa - Revistas Adega e Sabores – São Paulo - SP

2.       Danilo Ucha – Jornal do Comércio – Porto Alegre – RS

3.       Liana Sabo – Correio Braziliense – Brasília – DF

4.       Luciana Barbosa M. Ferreira Leite - Diário de Cuiabá – Cuiabá – MT

5.       Fernando Brito Soares – Diário do Nordeste – Fortaleza – CE

6.       Oscar Daudt Neto – Enoeventos – Rio de Janeiro – RJ

7.       Marcus Bruno Pontes de Albertim – Jornal do Commercio – Recife – PE

8.       Alfredo Durães de Oliveira - Estado de Minas – Belo Horizonte – MG

9.       Gustavo Costa Acioli – Jornalista free lancer – Salvador – BA

10.   Marcos dos Santos Vargas – Jovem Pan – Florianópolis – SC

11.   Andreia Debon – Revista Bon Vivant – Flores da Cunha - RS

12.   Juan Daniel Arraspide Porta - Vino Y Bebidas – Montevideo – Uruguai

13.   Mariana Tavares de Menezes Perini - – A Gazeta – Vitória – ES

14.   Eduardo Caliman Rangel – A Gazeta – Vitória - ES.

15.   Marcos Kimura – Revista Sabores do Interior – Indaiatuba – SP

16.   Eliane Lemos Barbosa - Jornal da Cidade - Bauru – SP

17.   Thais Ramos Sabino - Portal Terra – São Paulo – SP

18.   José Francisco Pinto Júnior – Jovem Pan – Campinas – SP

19.   Irineu Americo Masiero Filho – Jornal Metrô – São Paulo – SP

20.   Carlos Parra – Revista Engarrafador Moderno – São Paulo – SP

21.   Antonio Eurico de Oliveira – Travel 3 – São Paulo – SP

22.    Sergio Ingles de Sousa – Blog Todovinho – Piracicaba – SP

 


Fotografia do grupo, mais os convidados da Dal Pizzol, diante do painel com as muitas variedades de uva colecionadas no Vinhedo do Mundo, de Rinaldo Dal Pizzol  (Fotografia CONCEITOCOM BRASIL)

O grupo pôde confirmar a previsão de que 2013 vai ser uma safra especial, muito acima da média, com as uvas preenchidas de alto teor de açúcar, sinal de bons vinhso, e com o testemunho técnico das explicações de vários enólogos de peso.  

Visitamos seguindo a programação da Conceitocom Brasil, passando pelas seguintes vinícolas de destaque: Lovara, Almaúnica, Pizzato, Don Laurindo, Calza, Gran Legado, Dom Cândido, Casa Valduga, Cave de Pedra, Angheben, Larentis, Dal Pizzol, Casa Venturini, Monte Reale, Salvador, Cooperativa Nova Aliança, Viapiana, Luiz Argenta, Fabian, Terrasul e Mioranza.

Conforme postado anteriormente, a estada na Serra Gaúcha foi complementada com visitas ao Parque Temático Epopéia Italiana / Som e Luz (Bento Gonçalves), passeio de trem Maria Fumaça, Festa de Abertura da Vindima no Vale dos Vinhedos / Hotel Michelon (Bento Gonçalves), Parque Temático Dal Pizzol (Monte Lemos), Escola Internacional de Gastronomia – almoço / UCS-ICIF (Flores da Cunha) e vários restaurantes típicos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CONFRARIA DOS SOMMELIERS DE SÃO PAULO - DEGUSTAÇAO DE JANEIRO 2013

A Confraria dos Sommeliers de São Paulo realizou em janeiro sua degustação sob o tema Cabernet Franc da América do Sul com dezesseis exemplares do Brasil, Chile, Uruguai e Argentina, chegando à seguinte classificação por pontos:

 

 1º lugar - amostra de nº 6 com 86,4 pontos -  Valmarino X 2005.

 

2º e 3° lugares - empate das amostras de nº 8 e 10 com 85,5 pontos - Finca La Celia Heritage 2007 chileno importado pela Interfood e o Dominio Cassis 2008 uruguaio , importado pela Dominio Cassis.

 

4º lugar - amostra de nº 11 com 85,2 pontos - Gilmore Acedor de Mundos 2008, importado pela Ana Import.

 

5º e 6° lugares - empate das amostra de nº 7 e 16 com 84,9 pontos - Fulvia Cabernet Franc MMVII brasieira da Tormentas de Marco Daniele e pelo Benegas Lynch 2006 argentino, importado pela Kalix.

 

7º lugar - amostra de nº 12 com 84,8 pontos - Garage Wine Co. 2009, chileno,  importado pela Premium Wines.

 

8º lugar - amostra de nº 5 com 84,6 pontos - Valmarino XIII 2008, brasileiro.

 

9º lugar - amostra 14 com 84,5 pontos - Gala 4 Luigi Bosca 2008, argentino,  importado pela Decanter.

 

10º , 11° e 12° lugares - empate das amostras de nº 3, 9 e 13 - Chilcas 2010 chileno importado pela MaxBrands, o Lagarde Columbia 2009 argntino importado pela Devinum e o Don Giovanni 2008.

 

13º lugar - amostra de nº 15 com 84,2 pontos - Dunamis 2011 (Campanha Gaucha).

 

14º lugar - amostra de nº 4 com 83,9 pontos - Casa Valduga Raizes Premium 2010 (Campanha Gaucha).

 

15º lugar -  amostra de nº 2 com 83,6 pontos - Fulvia MMX do Tormentas de Marco Daniele.

 

16º lugar - amostra de nº 1 com 83,5 pontos - Valdivieso 2009 chileno de Colchagua, importado pela Ravin.

 

VINHO GAÚCHO RECEBE MULTIPLICADORES DE OPINIÃO

Um gole substitui mil palavras. Uma visita vale mais que mil imagens. A experiência direta gera impressões que constroem ideias. Este é o conceito do programa FAMTOUR, promovido pelas entidades APROVALE (Origem Vale dos Vinhedos) e APROMONTES (Origem Altos Montes), apoiado pelos hotéis Dall'Onder Grande Hotel (Bento Gonçalves) e Hotel de Flores da Cunha (Flores da Cunha), e pela operadora de turismo Giordani, numa realizaçao da promotora CONCEITOCOM BRASIL.

 

Jornalistas ligados ao turismo e gastronomia, oriundos de diferentes pontos do Brasil, além de um profissional uruguaio, consituíram um grupo de formadores de opinião que durante oito dias visitaram vinícolas e pontos enoturísticos, vivenciando contextos, assistindo a palestras e degustando muitos e muitos exemplares de bons vinhos gaúchos das regiões.

 

Começando pela DO Vale dos Vinhedos, a primeira Denominaçao de Origem oficialmente reconhecida no Brasil, o grupo passou pelas vinícolas Larentis, Torcello, Alma Única, Cave de Pedra, Casa Valduga, Angheben, Don Laurindo, Lovara, Batistelo, Peculiare e Dom Cândido. A visita foi complementada com uma esticada à Dal Pizzol, tradicional vinícola brasileira, localizada na Rota das Cantinas Históricas. Foram ainda realizadas visitas à IP Altos Montes (Indicação de Procedência), envolvendo as vinícolas Venturini, Monte Reale, Viapiana, Salvador, Luiz Argenta, Fante, Mioranza e Terrasul.

 

Como pontos importantes do enoturismo da região, o grupo assistiu ao espetáculo Epopéia Italiana, no Parque Temático de Bento Gonçalves e fez o passeio de Maria Fumaça, entre as cidades de Bento Gonçalves e Carlos Barbosa, tudo isso animado com música e dança típicas da colonização italiana.

 

Coroando as visitas, o grupo foi recepcionado pela Escola de Gastronomia da Universidade de Caxias do Sul, ligada ao instituto italiano ICIF  e a FISAR (Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoranti), com almoço no restaurante-escola Dolce Italia, envolvendo cardápio especial composto de Cipolle cotte nella brace, verdure e tonno fresco al forno, salsa di olice (cebolas cozidas na brasa, legumes e atum fresco assado, regado a azeite), Risotto al vino rosso con fonduta (risoto ao vinho tinto com queijo derretido), Spalla di agnelo al forno con uva, funghi e scalogno (paleta de cordeiro ao forno com uva, cogumelos e achalote), coroado po deliciosa sobremesa, um Sformato di nocciole con pesche (torta de avela com pêssego).

 

O FAMTOUR representou uma real oportunidade para que nós, formadores de opinião, pudéssemos vivenciar os contextos e as  realidades enogastronômicas da Serra Gaúcha, de grande interesse turístico para brasileiros e estrangeiros.

 

O Rio Grande do Sul, herdeiro de tradições e muita luta, exibe sua indústria vinícola amadurecida na fina flor de seus vinhos.